VAMOS DIVULGAR

Mais uma ferramenta para a divulgação de nosso trabalho, professores, pedagogos, psicológos, pais, alunos e todos que acreditam que a educação é a base para a transformação, vamos visitar e fazer sugestões, críticas para continuarmos nessa trajetória e fazer com que os nossos jovens tenham um futuro melhor, que tomem consciência que são capazes de se transformarem em atores principais neste palco que é a vida.







quarta-feira, 10 de abril de 2013

Redação de Sucesso - Os Dez Mandamentos








1) Pense no que você quer dizer e diga da forma mais simples. Procure ser direto (conciso) na construção das sentenças.

2) Use a voz ativa, evite a passiva. Evite termos estrangeiros e jargões.

3) Evite o uso excessivo de advérbios. Tome cuidado com a gramática.

4) Tente fazer com que os diálogos escritos (em caso de narração) pareçam uma conversa. O uso do gerúndio empobrece o texto. Exemplo: Entendendo dessa maneira, o problema vai-se pondo numa perspectiva melhor, ficando mais claro...

5) Evite o uso excessivo do "que". Essa armadilha produz períodos longos. Prefira frases curtas.Exemplo: O fato de que o homem que seja inteligente tenha que entender os erros dos outros e perdoá-los não parece que seja certo. Adjetivos que não informam também são dispensáveis. Por exemplo: luxuosa mansão (Toda mansão é luxuosa!).

6) Evite clichês (lugares comuns) e frases feitas. Exemplos: "fazer das tripas coração", "encerrar com chave de ouro", “silêncio mortal", "calorosos aplausos".

7) Verbo "fazer", no sentido de tempo, não é usado no plural. É errado escrever: "Fazem alguns anos que não viajo". O certo é “Faz alguns anos que não viajo”.

8) Cuidado com redundâncias. É errado escrever, por exemplo: "Há cinco anos atrás". Corte o "há" ou dispense o "atrás". A forma correta é “Há cinco anos...”

9) A leitura intensiva facilita o uso da vírgula corretamente. Leia muito, leia sempre!

10) Nas citações: use aspas, coloque vírgula e um verbo seguido do nome de quem disse ou escreveu o que está sendo citado. Exemplo: “O que é escrito sem esforço é geralmente lido sem prazer.”, disse Samuel Johnson.

segunda-feira, 1 de abril de 2013

VALORES MORAIS!






Com muito tempo sem escrever por diversos motivos, resolvi aproveitar esse Primeiro de Abril e escrever sobre algo que parece estar caindo no esquecimento: VALORES MORAIS.

O conceito de valor tem sido investigado e conceituado em diferentes áreas do conhecimento. A abordagem filosófica descreve-o como nem totalmente subjetivo, nem totalmente objetivo, mas como algo determinado pela interação entre o sujeito e o objeto.
Nas ciências econômicas, a noção de valor tem uma interpretação predominantemente material. Smith propõe a analise de valor como a habilidade intrínseca de um produto oferecer alguma utilidade funcional. Já no conceito moderno, dado pelo marketing, isto é uma função dos atributos dados ao produto ou ao conjunto formado por ele e que o envolve, quando necessitamos obter-lo.
Esses valores morais e outros são agregados aos indivíduos sempre ao decorrer de sua existência, ao nascer já começamos a aprender o que é certo e errado, os nosso pais fazem questão de ao longo da vida nos ensinarem tais conceitos, com o passar do tempo também temos que aprender regras para viver em sociedade, pois nenhum homem nasceu para viver só, todos temos que conviver e respeitar os demais.
E muitas pessoas acreditam que atualmente alguns valores de extrema importância estejam sendo esquecidos, assim como os morais. E, por isso a sociedade esteja meio perdida. Sendo assim com o esquecimento destes valores morais o comportamento humano passa a ficar cada vez pior, especialmente a relação e o modo como às pessoas passam a viver, a agir e a se comportar com seus semelhantes dentro da sociedade. Valores morais são praticamente regras de convívio entre um conjunto de pessoas, e sem o cumprimento delas acaba comprometendo o bem estar de convivência entre as pessoas, e assim esses valores tem uma importância na sociedade muito grande.

Valores morais importantes

? Respeito
? Educação
? Solidariedade
? Ética ? Gentileza
? Bom senso
? Bondade
? Juízo ? Honestidade
? Sinceridade
? Paciência
A partir do momento em que, todas as pessoas praticam estes valores muitas coisas começam a mudar na sociedade. Quando todos se respeitam assim como se deve ser, tudo muda, ou seja, com respeito, a vida em convívio com outras pessoas se torna melhor. Quando a educação e o respeito são praticados por todos, há menos brigas, menos discussões acontecem, quando todos praticam atos gentis tudo se modifica. Quando uns ajudam aos outros, sem pensar somente em dinheiro e no individualismo a solidariedade acontece no social. Com isso podemos que esses valores morais são de extrema importância para a sociedade.

Como podemos praticar esses valores?

Podemos começar não jogando lixo nas ruas, não ultrapassando no sinal vermelho, ajudando um idoso a carregar suas compras, cedendo o lugar no ônibus para uma gestante, não se estressar sem necessidade. Pois todas essas são atitudes que podem modificar tudo. São valores morais de extrema importância para a sociedade.
Comece a praticá-los e perceba que esses valores morais fazem toda diferença e realmente são de extrema importância para a sociedade. Por isso é aconselhável que todos pratiquem em benefício a sociedade e não somente os deixem na teoria.
Concluímos que os valores morais são de extrema importância e necessários para todos, por isso, para que eles não deixem de existir é necessário que pratiquemos, e assim serão passados adiante em nossa sociedade de geração em geração.

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

AS MULHERES MAIS PODEROSAS DA HISTÓRIA





Mulheres poderosas nunca devem perder o brilho, podem entrar para a história!!!










10. Maria Stuart

País que governou - Escócia

Período - 1542-1567

Essa teve de brigar muito para se manter no poder. Entronada com apenas uma semana de idade, casou-se com Francisco II e reinou na França ao seu lado. Quando ele morreu, ela levou a culpa e fugiu para a Escócia. Assumiu o país e passou a lutar contra a prima, Elizabeth I, rainha da Inglaterra. Casou-se mais duas vezes (a segunda, com o suposto assassino do marido anterior). Perseguida pela nobreza, foi presa e fugiu de novo - para a Inglaterra, onde foi condenada à morte.


9. Margaret Thatcher

País que governou - Inglaterra

Período - 1979-1990

Foi a única a se tornar primeira-ministra no país. Apelidada de "Dama de Ferro" e adepta de medidas drásticas, tentou combater a inflação com menos intervenção do Estado na economia - mas, quanto mais ela endurecia, maior ficava a crise. Em três anos de governo, o desemprego triplicou e bancos quebraram. Suportou ainda a Guerra das Malvinas, em 1982, e um ataque terrorista em 1984.


8. Cleópatra

País que governou - Egito

Período - 51 a.C.-30 a.C.

Sua suposta beleza é pura invenção (veja na pág. 18), mas a capacidade de seduzir, não. A rainha do Nilo aprendeu cedo a dividir a cama (e o trono) com quem lhe garantisse poder - inclusive o próprio irmão. Chegou a se mudar para Roma para viver com Júlio César e, depois que ele foi assassinado, envolveu-se com Marco Antônio, outro líder romano. Matou-se com uma picada de víbora aos 39 anos, quando percebeu que não seria capaz de seduzir Otávio, o próximo que poderia lhe ajudar a defender o Egito do total controle romano.


7. Catarina de Médici

País que governou - Florença, na Itália, e França

Período - 1547-1559

Filha do duque Lorenzo de Médici e sobrinha do papa Clemente VI, casou-se com Henrique II, que levou o trono francês após a morte do irmão.Até falecer, em 1589, Catarina regeu à sombra dos filhos, enquanto eles não completavam a maioridade. Foi tempo suficiente para causar vários conflitos religiosos - entre eles, o histórico massacre da noite de São Bartolomeu, em 1572.

6. Wu Zetian

País que governou - China

Período - 625-705

A única mulher a se tornar imperatriz na China nasceu em berço aristocrático, mas teve de se virar para chegar ao topo. Aos 13 anos, tornou-se concubina do imperador Taizong e, depois, envolveu-se com o filho dele, Gaozong. Há quem diga que, após a morte de Gaozong, ela teria matado os próprios filhos, herdeiros legítimos do trono, para chegar ao poder. Uma vez no comando, as intrigas foram trocadas por uma política de abertura: escolheu intelectuais como conselheiros, incentivou a agricultura, reduziu taxas e diminuiu o exército.

5. Ana Bolena

País que governou - Inglaterra

Período - 1533-1536

A amante do rei Henrique VIII teve uma passagem curta pela monarquia inglesa, mas balançou as estruturas. Disposto a tudo para ficar com ela, com uma canetada só Henrique "inventou" uma nova igreja (a anglicana, que permitia o divórcio) e causou a cisão definitiva entre a Inglaterra, o papa e o resto da Europa. Ana reinaria por apenas mil dias e terminaria presa na Torre de Londres, acusada de traição e adultério.

4. Catarina, a Grande

País que governou - Rússia

Período - 1762-1796

Encantado com a Prússia (hoje Alemanha), o czar Pedro III foi passar uma temporada por lá, meros seis meses após ser coroado. Bobeou: acabou sofrendo um "golpe sem sangue" que o derrubou e colocou sua esposa, de origem alemã, no controle. Culta, amiga de pensadores como Voltaire e Diderot, Catarina confabulou para se manter no trono até seu filho atingir a maioridade. Mas, nesse período, a sociedade russa viu suas desigualdades sociais se aprofundarem bastante.


3. Maria Teresa

País que governou - Áustria

Período - 1740-1780

Integrante da família Habsburgo, assumiu o vasto Sacro Império Romano-Germânico após a morte do pai, Carlos VI. Mas segurou um rojão: Inglaterra, Espanha e França não reconheciam uma mulher no poder e lançaram guerras contra ela. Maria Teresa foi tolerante com os católicos ortodoxos, reforçou o exército e, sobretudo, fez os filhos se casarem com o que havia de melhor na nobreza europeia.


2. Elizabeth I

País que governou - Inglaterra

Período - 1558-1603

Filha de Henrique VIII e Ana Bolena, foi a última integrante da dinastia Tudor no comando do país. E encarou com firmeza dois grandes rivais: o rei Felipe II, da Espanha, que abriu guerra à Inglaterra com sua lendária esquadra marinha, a Invencível Armada, e sua prima, Maria Stuart, rainha da Escócia, que queria derrubá-la. Considerada um símbolo nacional de pureza e visão política, Elizabeth foi também foi uma grande patrocinadora das artes. Fez florescer o chamado "teatro elisabetano" - cujo maior nome foi William Shakespeare.


1. Vitória

Países que governou - Inglaterra, Irlanda e Índia

Período - 1837-1901

Nunca houve um nome mais apropriado. Vitória teve o maior reinado que a Inglaterra já viu, num dos melhores períodos do país, e, no final do século 19, tornou-se, por expansão colonialista, também imperatriz da Índia. Subiu ao trono aos 18 anos por ser a única herdeira da família e, pouco depois, casou-se com o primo, o príncipe Albert. Entre seus grandes feitos, liderou a corrida às colônias africanas e asiáticas, forçou a abertura dos portos nas Américas (para vender produtos industrializados ingleses) e apoiou o fim da escravidão. Em seu reinado, a Inglaterra tomou o lugar da França como símbolo máximo de modernidade e de elegância.


• O critério para montar o ranking foi a influência e o poder dos países governados na época em que elas estavam no comando.
• Seriam as mulheres mais benquistas que os homens? Com exceção de Maria Stuart, nenhuma dessas regentes foi deposta.

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

PLANEJAR


Planejar não é simplesmente preencher formulários é um ato político que requer uma tomada de consciência das ações docentes, fundamentadas em opções político-pedagógicas tendo como referencias as situações didáticas concretas. Segundo Oswaldo Alonso Rays o ato de planejar pode ser dividido em momentos para uma melhor compreensão da sua dimensão, cada um dos momentos é indispensável para que o próximo venha a acontecer: interagir com a comunidade, fazer um levantamento sobre as condições socioeconômicas dos educandos, traçar objetivos e determinar conteúdos, saber como colocar os objetivos e conteúdos em pratica e por último, porém não menos importante avaliar a aprendizagem.
Em seu livro Didática, José Carlos Libâneo faz uma sucinta definição a cerca do ato de planejar:
O planejamento é um processo de racionalização, organização e coordenação da ação docente, articulando a atividade escolar e a problemática do contexto social. A escola, os professores e os alunos são integrantes da dinâmica das relações sociais; tudo o que acontece no meio escolar está atravessado por influencias econômicas, políticas e culturais que caracterizam a sociedade de classes. Isso significa que os elementos do planejamento escolar – objetivos, conteúdos, métodos – estão recheados de implicações sociais, tem um significado genuinamente político. Por essa razão, o planejamento é uma atividade de reflexão acerca das nossas opções e ações; se não pensarmos detidamente sobre o rumo que devemos dar ao nosso trabalho, ficaremos entregues aos rumos estabelecidos pelos interesses dominantes na sociedade.

Tanto Libâneo quanto Rays concordam que o planejamento entra na esfera política e que temos, portanto que tomar bastante cuidado com o que iremos fazer com o nosso trabalho, traçar metas, estabelecer caminhos é importante pra que não nos tornemos joguetes da sociedade. Em um mundo globalizado onde com o neoliberalismo a educação virou uma “mercadoria”, é preciso planejar bem o público que quero atingir, o professor deixou de ser detentor de todos os conhecimentos, o único, a saber, sobre tudo e passou a concorrer com a mídia que cada vez mais vem formando “os aprendizes do futuro”.
Como já foi dito Rays traça alguns momentos que se compõe um planejamento, os momentos são interligados e cada uma tem sua significância:

a) No primeiro momento temos a integração entre a comunidade e a escola, pois ambos são parte essencial na formação do educando, saber qual o perfil da comunidade, fazer com que ela seja partícipe é uma das partes sem dúvida essenciais no planejamento;

b) Logo em seguida temos que conhecer nosso público alvo, qual meu tipo de aluno? Como eles vivem? Como são suas famílias? Quais seus anseios?

c) Após saber como interagir com a comunidade e conhecer meus educandos; devo a parti daí me esquematizar em prol do meu conteúdo, pois o mesmo é definido em um único momento, cabe salientar que neste momento a interação é imprescindível, um planejamento sem participação está fadado ao fracasso.

d) Na atividade de aprendizagem que corresponde ao quarto momento, está a preocupação: como vou desenvolver meu conteúdo? Não basta simplesmente ser detentora de todos os conhecimentos se não sou capaz de compartilhá-los, se meus alunos simplesmente acham que estou falando um idioma desconhecido;

e) Essa etapa não se resumi simplesmente a aplicar as assustadoras provas “objetivas” e “subjetivas”, que as escolas empurram aos educandos, a avaliação deveria ser feita de uma maneira processual e não uma armadilha onde em algumas perguntas, sem saber se o aluno está bem ou não psicologicamente é avaliado seus conhecimentos.

Após analisarmos essas etapas podemos ver o quanto realmente um planejamento bem elaborado irá colaborar para um ensino de qualidade, não se quer com isso criar mais uma receita, um modelo programado que negue dogmas, não pode se mudado e sim para atestar que o planejamento requer toda uma articulação que vai desde a participação da comunidade até a necessidade do educador ver como será avaliado o educando.



Referencia Bibliografica:

LIBÂNEO, José Carlos. Didática. – São Paulo: Cortez, 1994, p.
BECHARA, Evanildo. Gramática Escolar da Língua Portuguesa, 1ª ed. Lucena, 2004
COMPEDELLI, SAMIRA – Liteuratura/produção de textos e gramática – 3º ed. - São Paulo: ed. Saraiva, 2002 p.445
GIACOMOZZI, GILLIO, et. Al - Estudos de gramática - São Paulo: FTD S.A, 199, p.99
GRISOLIA, Miriam Margarida e Renata Carone Sborgia. Português sem Segredos. São Paulo: ed. Madras, 200.
LIMA, Rocha – Gramática normativa da língua portuguesa – 40º ed. – Rio de Janeiro: José Olympio, 2001. p.66